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quinta-feira, 3 de março de 2011

O que evitar no trabalho pedagógico coletivo

Da REVISTA NOVA ESCOLA Edição 012 Fevereiro/Março 2011:

Como tornar produtivo o horário de trabalho pedagógico coletivo, conhecido como HTPC em diversos estados

Noêmia Lopes (gestao@atleitor.com.br)
Pergunte a qualquer diretor ou coordenador pedagógico: "A sua escola tem um horário reservado para a formação de professores?" Dificilmente a resposta será negativa. Contudo, se esse assunto for investigado com um pouco mais de critério, é possível perceber que esses momentos de interação entre o coordenador pedagógico e o corpo docente - tão importantes para a melhoria da prática em sala de aula e, consequentemente, o processo de ensino e aprendizagem - não se realizam como deveriam. Em 2009, o estudo Práticas Comuns à Gestão Escolar Eficaz, realizado pela Fundação Victor Civita (FVC), acompanhou o horário de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) em 15 escolas estaduais e municipais do Estado de São Paulo. Em 11 delas, os assuntos tratados estavam longe de ser pedagógicos. A frequência desse erro faz muita gente apelidar o tempo das reuniões, debochadamente, de "horário de trabalho perdido coletivo". 

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