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Especialista americana diz que leis não são suficientes para evitar a práticaO passado de isolamento e ausência de amigos alimentam suspeitas de que Wellington Menezes de Oliveira, o jovem de 24 anos que invadiu a escola em Realengo deixando um rastro de 12 mortes, tenha sofrido bullying. A desconfiança fortalece o debate sobre os meios de que a sociedade dispõe para evitar que personagens como Oliveira sejam cultivados dentro da escola. Nos Estados Unidos, os anos que se seguiram à tragédia na Columbine High School foram de investimento em prevenção à violência, entre elas, o bullying. O Brasil ainda engatinha na discussão sobre o tema. A tragédia da quinta-feira reacende a discussão: qual o papel da escola no combate a essa prática que deixa marcas tão duradouras? O site de VEJA conversou com a especialista americana Marlene Snyder, diretora de desenvolvimento do programa anti-bullying do Instituto Olweus, piorneiro no estudo e na prevenção dessa prática nos Estados Unidos.
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